sexta-feira, 7 de maio de 2010

De novo em Bangkok




Deixei Myanmar na celebração do Novo Ano de 1372, o Thingyan Sar, e voltei a Bangkok nas mesmas celebrações mas do ano 2554, o Songkram. Este festival acontece em Abril e tornou-se conhecido como o Festival da Água.



O ponto de referência é o nascimento de Buddha, em 543 antes de Cristo. O calendário budista é usado no Sudeste da Ásia em países como o Cambodja, Laos, Tailândia, Birmânia e Sri Lanka. É um calendário lunissolar tendo meses que são alternadamente de 29 e 30 dias intercalados com um dia e um mês de 30 dias adicionados em intervalos regulares.


Tinha ouvido relatos dos incidentes com os red shirts em Bangkok, que ocorreram precisamente na zona da Khao San Rd para onde me dirigi, mas, felizmente, a guerra que encontrei foi esta: com pistolas de água.


Festival da Água




Desta vez em Bangkok

foi tempo para deambular pelas ruas da China Town.

Admirar pequenos santuários.

Entrar em templos anteriormente fechados.

Wat Trimitr, o Buda Dourado

Wat Chakrawat

Conhecer outros templos e outros Budas.

Wat Suthat e Wat Bowornniwet

Wat Mahathat

Subir a Montes Dourados

onde nos dão as boas-vindas

e de onde avistamos a skyline da cidade.


Apreciar outros monumentos.


Os Portugueses foram os primeiros europeus na Tailândia, que chegaram a Ayutthaya logo após a captura de Malaca em 1511. Foi assinado um tratado para o fornecimento de armas e munições e para tranquilizar os tailandeses de que Portugal não tinha ambições territoriais na Tailândia. Com o tratado entraram os direitos de residência, comércio e prática da religião católica.


Relaxar em parques e voltar ao rio.


Tempo para percorrer de barco-táxi os estreitos canais que serpenteiam cidade adentro.

Tempo para assistir aos treinos de Thai boxing.

Tempo para mais massagens.

Para novas amizades.

Novos encontros.

E reencontros.


Primeiro o Stefan no dia em que partiu de Yangon e regressou à Austria.



E depois a Setareh que conheci em Suan Mokkh, em Dezembro de 2009. Encontrámo-nos por duas vezes, por acaso, na Khao San, antes e depois dos 'adiamentos' dos nossos voos. Muitas compras é o que dá...
A Setareh é iraniana, professora de yoga e vive há dez anos na Califórnia. Depois de Suan Mokkh já tinha estado de visita à familia no Irão e regressava agora da Austrália.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Yangon

Tive dois excelentes guias em Yangon: o Saya e o Ko Ko.

O Saya esperou-me no aeroporto e apresentou-me a cidade.

O primeiro contacto com novos habitos e costumes.




O primeiro contacto com as gentes de todos os tamanhos e idades.


Com ele conheci os transportes locais.



E andei varias vezes de autocarro, dia e noite.


Os autocarros podem parecer velhos mas alguns tem televisao.



O primeiro contacto com o legado da arquitectura colonial britanica.



Yangon é a maior cidade de Myanmar (ou Birmânia), hoje com cerca de 4,5 milhões de habitantes. Foi fundada provavelmente no século VI, tornando-se a capital do país em 1753. Em 2005, a junta militar que governa o país transferiu a capital para Naypyidaw. Foi ocupada pelos britânicos entre 1824 e 1826 e entre 1852 e 1948.


O seu nome é formado por duas palavras: yan, que significa inimigos, e koun, que significa livrar-se de, fugir de - "cidade sem inimigos".



Mesquitas e locais de internet.



Com ele atravessei pontes para ir conhecer as ruinas portuguesas de que me falou.


Ruinas de uma igreja onde jaz uma mulher de seu nome Maria Dias...


E com ele partilhei inumeras refeicoes sempre regadas por salutar e estimulante conversa.



O Saya é professor de matematica mas tambem ensina ingles. Desenvolveu um metodo simplificado para o ensino da lingua aos seus compatriotas e tem um website.

Com o Ko Ko palmilhei as ruas da baixa.


Conheci as livrarias e os telefones publicos.


Subi a torres com restaurantes panoramicos.



E desci ate ao rio.

Apanhei autocarros para conhecer Budas gigantes,


descobrir parques com lagos




e visitar o celebre Shwedagon Pagoda.




Andámos várias vezes de pick-up.



Em Myanmar conduz-se do lado direito e ultrapassa-se pelo lado que der mais jeito...

E atravessei mais pontes...

... para visitar templos no meio do rio


e percorrer parques tematicos.





Com ele jantei na Chinatown onde convivemos com outros amigos.


E foi do Ko Ko que me despedi no aeroporto...

...onde reencontrei o Andreas, o gigante dinamarques que conheci em Inle Lake.