segunda-feira, 3 de maio de 2010

Yangon

Tive dois excelentes guias em Yangon: o Saya e o Ko Ko.

O Saya esperou-me no aeroporto e apresentou-me a cidade.

O primeiro contacto com novos habitos e costumes.




O primeiro contacto com as gentes de todos os tamanhos e idades.


Com ele conheci os transportes locais.



E andei varias vezes de autocarro, dia e noite.


Os autocarros podem parecer velhos mas alguns tem televisao.



O primeiro contacto com o legado da arquitectura colonial britanica.



Yangon é a maior cidade de Myanmar (ou Birmânia), hoje com cerca de 4,5 milhões de habitantes. Foi fundada provavelmente no século VI, tornando-se a capital do país em 1753. Em 2005, a junta militar que governa o país transferiu a capital para Naypyidaw. Foi ocupada pelos britânicos entre 1824 e 1826 e entre 1852 e 1948.


O seu nome é formado por duas palavras: yan, que significa inimigos, e koun, que significa livrar-se de, fugir de - "cidade sem inimigos".



Mesquitas e locais de internet.



Com ele atravessei pontes para ir conhecer as ruinas portuguesas de que me falou.


Ruinas de uma igreja onde jaz uma mulher de seu nome Maria Dias...


E com ele partilhei inumeras refeicoes sempre regadas por salutar e estimulante conversa.



O Saya é professor de matematica mas tambem ensina ingles. Desenvolveu um metodo simplificado para o ensino da lingua aos seus compatriotas e tem um website.

Com o Ko Ko palmilhei as ruas da baixa.


Conheci as livrarias e os telefones publicos.


Subi a torres com restaurantes panoramicos.



E desci ate ao rio.

Apanhei autocarros para conhecer Budas gigantes,


descobrir parques com lagos




e visitar o celebre Shwedagon Pagoda.




Andámos várias vezes de pick-up.



Em Myanmar conduz-se do lado direito e ultrapassa-se pelo lado que der mais jeito...

E atravessei mais pontes...

... para visitar templos no meio do rio


e percorrer parques tematicos.





Com ele jantei na Chinatown onde convivemos com outros amigos.


E foi do Ko Ko que me despedi no aeroporto...

...onde reencontrei o Andreas, o gigante dinamarques que conheci em Inle Lake.

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