segunda-feira, 29 de março de 2010

O Zoo e Sentosa


O Jardim Zoológico de Singapura ocupa 28 hectares de terras numa área muito arborizada e central às margens de um grande reservatório de agua. É considerado um dos melhores Zoológicos do mundo e atrai anualmente cerca de 1,4 milhões de visitantes.


Existem cerca de 315 espécies de animais no zoológico, 16% das quais são consideradas espécies ameaçadas. O zoo segue a tendência moderna de exibição de animais em Zoológico em forma naturalista, ou seja, com barreiras ocultas, atrás de fossos ou arbustos, estando os animais bem proximos dos visitantes.

No caso dos animais perigosos ou que podem subir, estes animais são alojados em recintos paisagísticos com frentes em vidro.

As tartarugas gigantes de Galapagos

O dragão de Komodo
O zoo abriga a maior colonia de orangotangos em cativeiro no mundo.

Os lémures de Madagáscar



Muitas especies diferentes de macacos


Os tigres albinos
Depois da visita ao zoo, apanhei de novo o autocarro e o metro e, de 'sky train', cheguei à ilha de Sentosa situada ao sul de Singapura.


No passado, a ilha teve usos militares, mas hoje foi convertida num grande parque temático, com praias criadas artificialmente. De qualquer modo, as paisagens são lindas, sobretudo considerando que estão praticamente dentro da cidade.





À noite assisti ao "Songs of the Sea", um espectaculo de laser, som, luzes, cor, fogo, cançoes e danças, muito bonito.


Foi uma semana em Singapura. E embora este nao seja o lado mais caracteristico da Asia levo comigo boas memorias. E aqui cheguei a uma ponta do continente asiático. Há que voar para qualquer lado...

quinta-feira, 25 de março de 2010

SINGAPURA

Na estação de autocarros, em Malaca, despedi-me da Emily que rumou para norte, enquanto eu rumei ao sul com destino a Singapura.



Um jovem, o Vincent, passageiro habitual daquela rota, conduziu-me pelas modernas instalações das zonas de controle alfandegário da Malásia e Singapura, escadas rolantes acima e abaixo, com regresso ao autocarro.


Em Singapura esperava-me o Tan que conheci no final do retiro de Suan Mokkh, em Dezembro de 2009, na Tailândia, quando regressámos juntos de comboio a Bangkok. Levou-me de carro ao albergue onde me tinha reservado cama. O Tan é singapurense, engenheiro hidráulico e trabalha em vários países, desta vez na Indonésia. Não nos tornámos a ver.



Fiquei duas noites no albergue onde conheci a Romaliza e a Anabel, duas filipinas, companheiras de quarto, ou melhor, dormitório. Em Singapura tudo é mais caro mas as condições também são outras. O edifício é novo e os quartos têm ar condicionado. Pequeno-almoço, internet e chamadas locais estão incluídos nos 20 SGD.


Dois dias depois mudei-me para casa da CS Jennifer e com ela estreei-me no MRT, o metro de Singapura. Tal como vira na Rússia, as linhas do metro estão protegidas por uma parede, neste caso de vidro, e as portas automáticas só abrem quando o comboio chega e se justapõem com as portas deste.


Este sistema previne casos de suicídio ou queda de passageiros para a linha e também melhora a ventilação das estações que podem ser aquecidas ou arrefecidas sem grande perda de energia.


Conheci a Ami, vizinha da Jennifer, uma japonesa que fala português com sotaque brasileiro! Viveu cinco meses em São Paulo, no Brasil.


O lado moderno e cosmopolita de Singapura, uma cidade à parte na Ásia.

Percorri a pé toda a longa e comercial rua Orchard.


A ilha foi outrora o local de uma vila de pescadores malaios na foz do rio de Singapura. Em 1819 tornou-se um dos mais importantes centros comerciais e militares do Imperio Britanico no sudeste da Asia. Em 1963, tendo alcançado a independência do Reino Unido, fundiu-se com Malaya, Sabah e Sarawak para formar a Malasia. Dois anos depois separou-se da Federação e tornou-se uma república independente. Singapura foi admitida nas Naçoes Unidas em 1965.

Desde a independência, o padrao de vida de Singapura aumentou de forma drástica. O investimento estrangeiro directo e uma unidade liderada pelo Estado para a industrialização criaram uma economia moderna, centrada na indústria, educação e planeamento urbano.



Singapura é uma das mais prósperas e modernas nações da Ásia, com um nível de vida equivalente ao da Europa Ocidental. Tem uma área de 660 km2, mas uma população de 4 326 000, muita gente para um país tão pequeno. Depende da Malásia para ter água potável e fica próxima da linha do equador.


A biblioteca nacional e a cidade vista do décimo andar.


O famoso hotel Raffles

A catedral St Andrew



Museu do Brinquedo



A arquitectura moderna e a roupa estendida nas janelas



Igreja metodista na Sculpture Square

O Concert Hall e o rio de Singapura by night


Merlion Statue


Clarke Quay
O encontro com a Romaliza e a Anabel no bazar de Clarke Quay. A Roma é estilista e está a implementar em Singapura a venda dos seus modelos.

O lado mais típico de Singapura:

Serangoon road

Templo taoista chinês

Templo budista

Templo hindu

Little India, o bairro indiano



Chinatown, o bairro chinês








Kampong Glam, o bairro muçulmano






Percorrendo a Rua Arabe com a Antonia, uma CS alemã que também se veio hospedar, três dias depois, em casa da Jennifer.







Os mercados de rua e os pastéis de nata


Os convívios:

Festa de aniversário no Barrels

Jantar e encontro CS em casa do Kunning

Outro jantar CS no Restaurante Nepalês

Na escola privada da Jennifer onde conheci, entre outras professoras, a May, de Myanmar.

A Jennifer nasceu em Singapura e já viveu noutros países. É professora de ciências mas neste momento tem funções de assessora, o que lhe permite flexibilidade de horário. Divertida, inteligente, eclética, amiga, atenciosa, adorei conhecê-la!