terça-feira, 16 de março de 2010

Kuala Lumpur

À chegada a Kuala Lumpur, lá estavam elas no horizonte, as Petronas!



O primeiro contacto com a cidade foi a zona do Triangulo Dourado, mais propriamente a praça Low Yat e o Bintang Walk, por onde jantámos. No dia seguinte chegou a mãe da Brenda, que é irlandesa, e juntas passeámos por Chinatown.







A arquitectura de Kuala Lumpur é uma mistura de influências coloniais, tradições asiáticas, inspirações malaio-islâmicas, estilo moderno e pós moderno. Sendo uma cidade relativamente jovem, a maioria das construções coloniais de Kuala Lumpur datam do final do sec. XIX e início do século XX.



Merdeka Square, Praça da Independência

Palácio do Sultão Abdul Samad

Metade da população malaia é muçulmana, resultado da conversão ancestral feita por comerciantes árabes. Mais tarde, junto com os britânicos, vieram os indianos. A mistura de cinco povos - indígenas malaios, chineses, indianos, ingleses e árabes - formou a base da população malaia actual.

Como nao dava para percorrer tudo a pe, optamos pelo autocarro hop-on hop-off que faz um circuito pelos pontos principais de visita.


E fomos conhecer de perto as Gémeas.

As Petronas Twin Towers ou Torres Petronas são dois arranha-céus edificados pela construtora espanhola Acciona. Foram concluídas em 1998, têm 88 andares e 452 metros de altura.

As torres foram projectadas pelo arquitecto argentino César Pelli, configuradas por estrutura de aço e vedação em vidro, e desenhadas de forma a lembrar motivos encontrados na arte islâmica, um reflexo da herança muçulmana malaia.

A ponte que liga as duas torres, situada no 41º andar, fica a 170 metros de altura e tem 58 m de comprimento, pesando 750 toneladas.


Vistas da skybridge




Ao entardecer, subimos a outra torre, a KL Tower, tambem com vistas fabulosas da capital.





E este povo também por cá andou e 'fez das suas'...

Depois do jantar, despedi-me da Brenda e da mae. Elas seguem para Singapura e Bali. A Brenda continuará depois sozinha a sua viagem de volta ao mundo, pela Australia, Nova Zelandia e Estados Unidos, para regressar à Belgica em Junho. Ela é jornalista em Bruxelas, escreve o website da Uniao Europeia. É alemã e tem 27 anos.


Fiquei mais um dia em Kuala Lumpur e encontrei-me com a Chris e o marido, Francis, um acolhedor casal CS de etnia chinesa. Levaram-me a almoçar na Little India.

Depois conduziram-me às Batu Caves, um templo hindu situado dentro da gruta de uma colina, por onde pululam bichezas varias.





Dança do pavão



Foi tambem com eles que experimentei os modernos transportes da cidade, como o metro...


e o monorail.


E continuo por minha conta a minha viagem incognita... Neste momento, estou em Malaca.

2 comentários:

  1. Malaca é tudo de bom!!! e l´[a estiveram muitos portugueses....

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  2. Também gostei muito de Malacca, sim.

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