sábado, 3 de abril de 2010

MYANMAR



Levantei voo em Singapura e aterrei em Myanmar umas 3 horas depois e uns 100 anos atrás.


No aeroporto de Yangon esperava-me o Saya que, no dia seguinte, me acompanhou também à estação de autocarros. Como vai ser uma viagem com regresso a Yangon decidi deixar a visita desta cidade para o final e deixei guardada no hotel a minha mala com coisas não necessárias. O Saya foi colocar dentro do autocarro a minha pequena mochila, acabada de comprar, certificando-se de que eu tinha ao meu lado a companhia certa...


E era. Sentados ao meu lado, na última fila, seguiam também para a zona de Inle Lake, a Shira e o Floris, um simpático casal holandês. Éramos os únicos turistas naquele autocarro que demoraria tarde e noite para chegar ao destino.

Numa das paragens, este casal de turistas locais fez questão de me pagar um café. É por demais evidente a afabilidade das pessoas deste país e a sua satisfação em interagir com os turistas. Para a grande maioria representa a possibilidade de contacto com o exterior...


Chegámos de madrugada e, de carrinha, seguimos para a localidade de Nyaungshwe localizada nas margens de um enorme lago e rodeada por montanhas.


Ficámos no mesmo hotel onde conhecemos outros turistas, dos poucos que por aqui andam nesta altura do ano. Em relação a Yangon, onde o calor abrasa, as temperaturas aqui são mais frescas principalmente à noite.


A vida em Nyaungshwe corre muito, mas muito, devagar.







O mercado local:


Os belíssimos templos budistas, no interior dos quais nos servem chá, abundam por todo o lado.










Nada melhor que alugar uma bicicleta para me aventurar campos fora, calmamente.















Numa das noites fui ver um espectáculo de marionetas.



As únicas espectadoras: eu e a Pam, uma senhora australiana. Jantámos juntas no dia seguinte e conhecemos a Sylvia, inglesa, outra viajante independente tal como nós.

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